Entrevista: WRONSKI

É com muita satisfação que coloco mais uma entrevista, desta vez o entrevistado é um grande amigo, que conheci na nova cidade que vim morar fazem 4 anos. Um cara super inteligente, gente fina e parceiro.

===================================



DADOS DO ENTREVISTADO

Nome: Felipe Wronski Henrique

Ano de Nascimento: 1984

Começou a Jogar RPG em que ano: 1997

Estado: SC Cidade: TUBARÃO

===================================



ENTREVISTA

1.Fale um pouco sobre você.

P#%%@, que é isso, aqueles sites de encontro??? “Sou moreno, alto, e gosto de viver novas emoções, principalmente se terminarem ao pé de uma lareira com uma garrafa de vinho rosé…” tsc tsc…

Sou estudante de Direito terminando a faculdade, mas já fui segurança, “cobrador extrajudicial”, vendedor de excursão e estagiário do setor jurídico de um banco e, apesar do que insistem em dizer, nunca fui go-go-boy nem gigolô… Isso é coisa do Meyer, que faz “pograma”…

Amo minha namorada, minha família, meus amigos, cerveja, rock’n’roll e jogatina – principalmente RPG (namorada, família e amigos em primeiro lugar, e o restante não necessariamente naquela ordem)…

2.Quais seus 3 Sistemas Preferidos de RPG (em ordem de preferência).

-Castelo Falkenstein

-Storyteller

-GURPS

3.Quais suas opiniões sobre os seus 3 sistemas preferidos, conte um pouco sobre as vantagens e desvantagens de cada um dos sistemas.

Faço aqui uma menção honrosa ao sistema que pra mim não é o melhor, mas é o que eu mais amo, que é o AD&D (isso mesmo, a 2ª ed)…

Pra mim, sistema de RPG perfeito é aquele que consegue se adequar ao cenário de campanha, e que melhora o ROLEPLAY.

Castle Falkenstein pra mim é perfeito por causa disso! Ele se encaixa perfeitamente ao cenário que propõe. Cartas ao invés de dados (pois dados são coisas de escroques na Era Vitoriana, e cartas são para cavalheiros jogarem), suas regras são sucintas, simples e dinâmicas. E tem a criação de personagens, que é pra mim o ponto forte do sistema… Não há um número sequer na planilha! Na verdade, não nem mesmo uma planilha. A “planilha” é nada mais que um diário do personagem, onde ele narra em que ele é bom e em que ele não é. É um sistema que por si só já dá diversão e incentiva a imaginação e o roleplay.

Storyteller também consegue se adequar ao Mundo das Trevas… Valoriza muito perícias sociais (que são mais utilizadas que as de combate no MdT) e dinamiza muitas ações. A 3ª edição dele, a níveis de poder mais altos, acabava ficando chata, pois parecia mais uma sessão de búzios do que uma jogada… Mas a última edição do Mundo das Trevas solucionou isso, trazendo um sistema de testes mais rápido (sem testes resistidos).

E o GURPS, por ser completo e universal! Apesar da criação de personagem ser lenta, ela é completa. E as regras, apesar de seu aprendizado ser demorado, depois de dominadas agilizam a tudo. Ando lendo a 4ª edição agora, e estou gostando muito!

4.Quais seus 3 Gêneros preferidos de RPG (em ordem de preferência).

-Fantasia medieval

-Capa-e-Espada (Swashbuckling)

-Horror (Vampire, Cthulhu…)

5.Quais suas opiniões sobre os seus 3 gêneros preferidos, conte o porque esses determinados gêneros ganharam sua preferência.

Bom, o que gosto mais ainda é Fantasia COM elementos capa-e-espada (ou vice-versa)… Esses dois gêneros são meus prediletos pois possibilitam a mistura de vários elementos aventurescos: romance, duelos, grandes viagens, tesouros, humor, criaturas fantásticas, batalhas épicas, intrigas políticas, vilões… tudo isso pode haver numa campanha de Fantasy e/ou de capa-e-espada…

Além disso, os dois gêneros remetem a uma época em que nunca vivemos, e a visualisamos como eras mais românticas e “preto no branco”, com badguys e niceguys.

Gosto tanto de Fantasy e swashbuckling que criei um cenário renascentista (NT 4 do GURPS) que mistura os dois elementos…

Já o horror é meu “terceiro” favorito por juntar muitos elementos OPOSTOS aos de cima… Todos os personagens têm seus podres, não há esperança pelo mundo e o desconhecido não traz curiosidade, e sim medo!!! Incluí junto vampire, Cthulhu, entre outros gêneros todos como “horror”, pois todos eles possuem em comum um liame subjetivo, o “horror pessoal”, e, diferente de cenários aventurescos, onde há o “preto no branco”, tudo é cinjza e indefinido…

Não posso deixar de mencionar, claro, as minhas influências literárias… Robert E. Howard (Conan), Tolkien, Terry Pratchett (autor da excelente série de Livros Discworld, que mistura Fantasy com humor), Sir Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes), Alexandre Dumas (Três Mosqueteiros, Conde de Montecristo, Irmãos Corsos)… esses são de gêneros aventurescos – apesar de que os contos do Sherlock Holmes trazem muitos elementos de mistério neles. Já H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe, Stephen King são leitura obrigatória pra quem mestrar e jogar horror…

6.Como era sua vida RPGística a muito tempo atrás, quando você começou. (Sensação, Amizades, Interesse, Disponibilidade, Tempo Dedicado, Importância, Sessões, etc.)

Caramba, quando começei eu estava na 7ª série, com 12 aninhos… Vi meu primo jogando e decidi pegar o livro de de Aventuras Fantásticas/Dungeoneer e mestrar pros meus amigos… Então em 1999 passamos a jogar AD&D. Foram os

“anos dourados” do RPG pra mim. Lá por 2002, sem mais o grupo antigo no qual eu mestrava, começei a conhecer o pessoal que jogo até hoje. Devo dizer que até 2005 todos nós passamos a jogar MUITO RPG… Todos tinham empregos mais “light”, relacionamentos menos exigentes, não eram pais de família… Enfim, éramos um bando de alegres e unidos desocupados, sempre prontos pra uma noitada regada a RPG, café e cigarro (o cigarro até mesmo para os não-fumantes, que se intoxicavam com a neblna de nicotina que eu, Meyer, Willian e Pisca fazíamos).

Eram bons tempos, pois ninguém ainda tinha grandes responsabilidades, e assim podíamos priorizar nosso amado hobby…

7.Como será sua vida RPGística daqui a muito tempo a frente, quando você estiver mais velho.

Todos velhos caquéticos, tendo que pôr o óculos pra ver o resultado das jogadas e o NH das perícias… Nossas velhas esposas ainda resmungando e enchendo o saco porque vamos nos reunir pra jogar…

Mas imagino todos conseguido se reunir, pelo menos uma vez por mês, pra jogar… Nossas namoradas (que serão futuras esposas), noivas e esposas já sabem da nossa paixão pelo RPG…

Ah, e é claro, sessões com nossos filhos e netos!

8.Coisas boas que o RPG te trouxe.

Amizades, criatividade, gosto para a leitura.

9.Coisas ruins que o RPG te trouxe.

Aumento do consumo de cafeína e nicotina.

10.Conte seu personagem mais marcante.

Não é só um (sério, me sentiria mal em pôr um deles em detrimento dos outros…)

Em ordem cronológica: Salomon Kane, um personagem do mestrado do Willian, que já aprontou MUITA coisa em Toril (cenário de Forgotten Realms, do D&D). Ele primeiramente foi concebido em GURPS 3ª, passou pra D&D 3.5, depois pra Storyteller (isso mesmo!!! o maluco do Willian adaptou personagens de fantasia medieval pra Storyteller, e ficou bom! O Will não regula bem da cabeça, definitivamente…), e finalmente estamos pensando em refazê-lo pra GURPS 4. Cara, se eu começasse a contar os feitos dele daria um livro, mas ele é um ladino devoto da deusa da sorte que já envenenou metade de uma cidade, sacaneou a deusa do azar e salvou pessoalmente a vida da deusa da sorte.

Tem o Bran, um PC de Fantasy, de um mestrado do Meyer. Ele começou como um jovem mercenário com uma espada enferrujada e terminou a campanha como Barão de Caithness e herói de Yrth.

E, por último, o picareta do Johnny Lee, um vampiro do clã Ravnos, de um mestrado do Meyer de Vampire. Ele se tornou senescal (espécie de braço direito do príncipe) de Nova York, nada mais que o principado mais importante da América! Ele também fez muita besteira, e rendeu boas risadas ao grupo.

11.Conte 3 cenas inesquecíveis para você.

Só três… Caramba… Cada campanha tem várias cenas…

Campanha de Vampire. Meu PC, o Johnny Lee, tinha recém ganho um Shelby Cobra vermelho, com listras brancas, da princesa de Nova York. Lá ia ele, se achando O CARA, indo pegar a própria princesa para sair. Ele pára no semáforo e, do lado dele, pára Paco, um brujah (PC do Muskito) com um baita carrão novo (era um GTO, se não me engano, igual àquele do Vin Diesel no Veloses e Furiosos). Os dois se olham, começam a acelerar seus carrões e decidem apostar um racha, “só pra brincar” com suas preciosas e novíssimas máquinas… O mestre nos manda fazer testes de condução. Minha jogada: um crítico!!! O Muskito já começa a rir da minha cara, e então faz a sua jogada: outro crítico!!! Foi então que nós dois ficamos pasmos, sem reação, e toda a mesa fica rindo uns 10 minutos da nossa cara… Bom, não preciso nem dizer batemos nossos carros uns nos outros… Dessa campanha tem outra cena hilária entre o Johnny Lee e o Paco, mas não vou contar, já que são só três que pode… L

Campanha de Fantasy, em Yrth. Meu PC, um cavaleiro templário (outro personagem marcante pra mim), estava na cidade de Mégalos, no palácio do Imperador, frente a frente com o grão-mestre dos templários (o Siegebreaker). Meu PC estava revoltado e decepcionado com o grão-mestre, pois este o incumbira de roubar um artefato poderoso que era um tesouro de família de um nobre árabe, que acabou ficando amigo do meu PC. O grão mestre então deixa o meu PC – e o PC do Murilinho que estava lá também, pra enfrentarmos o guarda-costas do Imperador, aquele reptiliano. A luta foi do cacete, e meu PC e o do Murilo acabaram vencendo o escamoso. Depois fomos presos por traição e tentativa de assassinato ao Imperador, e acabamos nas arenas como gladiadores. O que me marcou foi logo após a morte do reptante, quando nós dois caminhávamos, quase moribundos, e todos os guardas palacianos ao nosso redor, apavorados com os dois…

Tem uma recente do Salomon… Bom, ele acabou parando na morada de sua deusa, Tymora, e estava ocorrendo uma guerra entre ela e sua irmã maligna, Beshaba. No meio da guerra, as duas deusas se encontram e travam uma batalha “mana-a-mana”. Tymora estava apanhando de Beshaba, e então Salomon resolveu se meter na briga (mesmo sabendo que ele era um mortal e não conseguiria fazer nada pra enfrentar uma deusa), atacando Beshaba. O mestre (Willian) me manda jogar o dado da sorte (na nova edição do Storyteller, caso as penalidades de jogadas sejam tão altas que o jogador não rolasse nenhum d10, rola-se o dado da sorte; se cair um 10, vale como um sucesso). Adivinhem qual número tirei nos dados? Dez!!! Salomon consegue ferir Beshaba, e finalmente a xinga pessoalmente… Foi marcante também, levando em conta que a deusa maligna sempre tramou pra ferrar com Salomon Kane…

12.Conte sobre 2 campanhas que mais lhe marcaram.

A do Salomon Kane, mestrada pelo Willian e ambientada em Forgotten Realms… Atualmente ela está em “Stand by”, mas já são quase sete anos de campanha. Foi muito legal porque os personagens desta campanha conseguiram fazer muita coisa e alterar muitos aspectos do mundo…

Teve a campanha de Fantasy, do meu personagem Bran Morn, mestrada pelo Meyer, entitulada “Por Sangue e Honra”. Esta teve um começo empolgante, um meio desafiador e um final surpreendente. No contexto desta campanha, um antigo mago elfo resolve se vingar dos humanos mandando todos os orcs de Orcland atacar toda Ytarria, através de poderosos portais que ele criou. O grupo conseguiu montar a última resistência, com refugiados dos quatro cantos do continente, e todos decidiram lutar até a morte… Bom, esse final ensejou a criação do meu cenário, que se inicia 700 anos depois que houve essa grande batalha…

Mais menções honrosas: a do meu ex-templário a lá El Cid ambientada em Yrth, a do Vampire do meu PC Johnny Lee Wombat (tem que continuar essa, hein Meyer, seu puto!), uma short de Cyberpunk, e as atuais de Martial Arts e Vampire, mestradas pelo Willian e pelo Meyer, respectivamente.

13.Conte sobre uma cena / situação engraçada que você tenha vivenciado numa sessão de RPG.

Certa vez fomos jogar na casa de praia de um amigo, no meio do nada, em pleno inverno. Pra ficar mais interessante, resolvemos jogar uma campanha de Ravenloft (cenário de horror gótico). Deixamos apenas algumas velas em cima da mesa pra iluminar a sala, o mestre preparou um toca-fitas (é, isso faz tempo pacas… ainda se usava K-7!!!) e pôs uma fita que ele tinha preparado, com músicas de filmes de terror, pra dar aumentar ainda mais o clima… Chegamos então ao ápice da sessão; na tumba de uma múmia. O clima era tenso pacas. O mestre então liga o toca-ficas e começa a tocar uma música apavorante. Começa a narrativa do mestre, muito bem detalhada.

Só que, EXATAMENTE na hora em que o mestre diz que algo se levanta da tumba semi-aberta, a trilha sonora que o mestre tinha gravado se acaba, e começa a tocar uma música que estava gravada embaixo… Imaginem a situação: bem na hora que o mestre diz: “E a múmia se levanta!”, começa a tocar Khaled!!! Lembram do Khaled, aquele árabe com aquela música que fez sucesso pacas lá por 98 ou 99 (lá-lá-lá-lá lê, arrima aê, uh lê lê lê leeiiiihhhhhhhhh). Todo mundo ficou sem reação até a música terminar… TODOS os jogadores confessaram que imaginaram a múmia saindo do sarcófago dançando dança do ventre… Depois de estupefatos, rimos sem parar por uns 15 minutos. Não tinha clima pra jogar nem Toon depois disso (daí fomos beber cana, lógico).

14.Para você, cite 5 boas práticas em uma sessão de RPG para o MESTRE:

Colocar-se como um narrador, e entender que quem faz a história da aventura são os jogadores;

Dar uma vida plausível ao cenário e seus NPCs;

Ter paciência com os jogadores (na maioria das vezes eles não têm o conhecimento que o mestre tem do cenário e das regras), e escutá-los sempre a respeito da campanha (o Meyer escreveu um ótimo Artigo a respeito disso aqui no PCPronto);

Recompensar ações inteligentes e boas interpretações não só com pontos extras de evolução, mas com alterações no próprio cenário feitas pelo personagem, dando mais vida à campanha;

“Beber de outras fontes”… Ler livros, ver filmes, pesquisar a respeito da campanha que vai mestrar, não ficando apenas nos livros básicos e de cenário para RPG. Há muitas idéias de aventuras e campanhas em romances, livros de história, filmes, quadrinhos…

15.Para você, cite 5 boas práticas em uma sessão de RPG para o JOGADOR:

Criatividade e imaginação acima do conhecimento de regras;

Dedicação na criação do personagem;

Conhecer bastante e se interessar cada vez mais pelo cenário (se preocupar muito mais em ler a respeito da ambientação do que sobre as regras do sistema);

Não querer ser o centro das atenções o tempo inteiro, sabendo esperar a vez em que os holofotes estarão sobre os seus PCs (não queira ser o ator principalo tempo todo; muitas vezes o coadjuvante faz mais coisas e é muito mais divertido que o protagonista);

Saber que RPG é um hobby, mas não é a principal coisa de sua vida (a não ser que você se chame Steve Jackson, Mike Pondsmith, etc…).

Anúncios

9 Respostas

  1. Opa!!!

    Não revisei o que escrevi, e vi que esqueci de terminar uma frase do item 14 da entrevista…

    – Recompensar ações inteligentes e boas interpretações não só com pontos extras de evolução, mas com alterações no próprio cenário feitas pelo personagem, dando mais vida à campanha;

    O outro item que eu repeti (“Dar uma vida plausível ao cenário e seus NPCs”), eu tinha escrito:

    -Ter paciência com os jogadores (na maioria das vezes eles não têm o conhecimento que o mestre tem do cenário e das regras), e escutá-los sempre a respeito da campanha (o Meyer escreveu um ótimo artigo a respeito disso aqui no PCPronto:http://pcpronto.blogspot.com/2008/11/final-da-sesso-de-rpg.html

    No mais era isso!!! Muito obrigado pelo convite, Meyer!!!

    E um abraço para todos os queridos convivas da família PCPronto!

  2. Prontinho Wronski…

    Ja fiz as correções que você comentou acima !!!

    😛

    Abração e novamente obrigado.

  3. Muito bom! Realmente ri BASTANTE no relato da múmia dançante, ela que já era imortal creio, ficou ainda mais imortalizada. @.@

    E meyer..

    "Ando lendo a 4ª edição agora, e estou gostando muito!" – Wronski

    FEEL THE POWER |o|
    *trovões ao fundo*

    Parabéns ao Meyer pelo site e Wron pela entrevista. o>

  4. Israel 😛

    vcs “ainda” são a minoria…

    ou vc esqueceu COMO vc começou.
    e QUEM lhe ensinou RPG ?

    *som de infinitos cataclismas arcanos ao fundo*

    😛

    Brincandeira, o negócio é jogar RPG e se divertir.

  5. Rapaiz, parabéns a todos.

    Meyer, a idéia das entrevistas ficou muito legal mesmo.

    Wron, ficou muito boa, bem descontraída e com um clima bem legal, parabéns també.

    Como excelente profissional e pessoalmente dedicado em tudo que faz, o Meyer segue as técnicas de entrevista ensidas, perceberam??? Formula as perguntas antes, não foge do assunto… tudo como manda o figurino…. entonces, fica aki o meu pedido e a minha sugestão para o prossimo entrevistado: Meyer!!!!!

    Adoraria ver a sua autoentrevista!!
    Please.

    Abração a todos q participam, ainda que passivamente, do blog!

  6. Valeu pelos elogios, rapaziada!!!

    E boa a sugestão da entrevista com o Meyer!!! E uma com o Willian também!!!

    Abraços!!!

  7. hahahahaha

    Eu entrevistado ??? Nãããã

    Eu falo demais 😐

    ia faltar espaço no blog 😛

    Fica pra proxima… mas ja tem algumas pessoas engatilhadas para as proximas entrevistas 🙂

    Aguardem !!!

    E valeu novamente pelos elogios !!!

  8. Naum! Naum! Naum!

    Mumia na dança do ventre num dá… (hahahahahahaha…!!!), só pode ser brincadeira (hahahaha…!!!)
    A mumia perdeu o moral. Eu nem… naum.. sei la´!

    Valeu pessoal e sorte a todos!

  9. huahauhauhau!!!
    Boa entrevista…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: