Um pouco sobre os Fractius!

fractius Dominária é o lar de milhões de criaturas estranhas e aterrorizantes. Os orcs e goblins de Dominária, os homáridas e talídias de Sarpadia e os espículos de Rath São apenas algumas dessas criaturas que confiam em números e variedades para sobreviver em seus ambientes hostis. De qualquer modo, de todas as criaturas que confiam em números para ganhar o dia, poucas são tão diversificadas e mortais como os fractius de Rath.

“Fractius são maus, fractius são furtivos; e se você for devorado, ninguém vai chorar.”

– Rima das crianças mogg.

As origens dos fractius permanecem desconhecidas e ainda nos dias de hoje, estudiosos gastam seu tempo estudando esse tópico tão disputado. Alguns alegam que eles foram resultados de anos de mutações experimentais por Volrath, o sexto evincar de Rath, enquanto outros argumentam que eles foram trazidos de Rath como parte dos experimentos de Davvol sobre a conjunção. De qualquer jeito, a verdade se perdeu ao teste do tempo e é muito improvável que ela seja revelada algum dia. Sabe-se, no entanto, que perto do ano de 4205 AR, uma grande colônia de fractius se hospedou nas profundezas da fortaleza de Rath.

O corpo de um fractius geralmente consiste de uma cabeça com forma de bico montada sobre um corpo pequeno e flexível. Eles geralmente têm duas garras afiadas como lâminas e um par de caudas como chicotes para defesa adicional. Fractius geralmente são fracos por si só, mas uma vez em proximidade com outro fractius, eles têm a habilidade de “ler” as habilidade de outros fractius e desenvolver os atributos do outro fractius para si próprios. Fractius são conhecidos por serem muito adaptáveis e há casos documentados de fractius sobrevivendo à lava incandescente das fornalhas de Rath.

Fractius são criaturas altamente territoriais dominadas pela presença de uma única mente do enxame – A Rainha dos Fractius. Diferente de outros fractius, a Rainha tem uma sensibilidade desenvolvida e tem controle completo sobre sua cria. Os outros fractius defenderiam a Rainha sob qualquer custo. Essa foi uma das várias razões pelas quais Volrath confiou à Rainha dos Fractius partes roubadas do Legado. Nos anos seguintes a 4205, Volrath enviou vários fractius artificiais à seu ninho para aprofundar sua influencia sobre as criaturas que não desconfiavam. Eventualmente, sua influencia sombria se espalhou, como uma mancha sobre um lençol limpo.

Quando Gerrard Capashen e a tripulação dos Bons Ventos vieram a Rath para resgatar sua capitã seqüestrada Sisay, eles foram forçados a atravessar um túnel cheio de dezenas de fractius. Com sua habilidade de leitura de mentes, os fractius ficavam mais fortes cada vez que um novo fractius se juntava a batalha. De qualquer forma, os fractius apenas compartilhavam suas habilidades quando próximos; e Gerrard conseguiu enfraquecê-los separando os fractius uns dos outros. Após a fuga da tripulação, o golem de prata Karn entrou no lar dos fractius. Foi lá que ele negociou com o Fractius Rainha sobre a entrega das partes do Legado. Ao relacionar as partes do Legado a si próprio, como os fractius ao Fractius Rainha, Karn foi capaz de assegurar a entrega dos artefatos do Legado.

Na grande conjunção, Rath se sobrepôs a Dominária, trazendo milhões de reforços phyrexianos a áreas como Urborg e Koilos. A Fortaleza de Rath se sobrepôs a um Vulcão de Urborg e os fractius se viram subitamente sujeitos ao intenso calor da lava. Sem dúvidas, centenas de fractius pereceram e é provável que o Fractius Rainha estivesse entre os mortos. Quando o deus Yawgmoth materializou na forma de uma nuvem letal sobre Urborg na terceira fase da invasão, o destino dos fractius foi selado. Naquele dia, os fractius foram extintos.

Cem anos depois da Guerra Phyrexiana, as nações de Dominária continuaram suas lutas para reconstruir o que foi destruído na invasão. No pequeno continente de Otaria, a Imperatriz Cefálida Llawan fundou o projeto da Rebentação, um esforço cooperativo entre magos humanos e cefálidas para pesquisar e ressuscitar criaturas perdidas na invasão. Viajando à terra de Urborg, os pesquisadores da Rebentação encontraram remanescentes de um fractius nas ruínas da Fortaleza.

Com muita experimentação, a Rebentação conseguiu restaurar o fractius. Pela exposição do fractius a uma variedade de diferentes ambiente, os pesquisadores criaram dezenas de novos tipos de fractius. O que eles não fizeram foi reviver a Fractius Rainha.

Sem a influência de sua rainha, os fractius da Rebentação investiram cegamente de forma agressiva. Os pesquisadores tentaram pôr fim ao seu experimento, mas em uma questão de tempo os fractius se tornaram imunes às mágicas dos pesquisadores. Eles rapidamente tomaram a ilha em semanas, destruindo locais de pesquisa e matando os pesquisadores. Alguns fractius até escaparam ao continente de Otaria, onde os efeitos mutacionais do Mirari começaram a alterar suas formas. Quando o falso deus Karona foi criado, a explosão que a criou também fundiu diversos fractius no Senhor dos Fractius.

Logo, mais fractius chegariam dos solos do arrasado projeto da Rebentação e responderiam ao chamado do Senhor dos Fractius. Com uma nova mente do enxame, os fractius iriam encontrar um novo lar em Otaria e adaptar ao seu mais novo ambiente. Apenas o tempo revelaria suas verdadeiras intenções para o povo de Otaria.

Fonte (ZBcast)

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