Notícias de Cinema e Séries…

A Montanha Enfeitiçada

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Durante anos, existiram histórias sobre um lugar secreto no meio do deserto de Nevada, conhecido por fenômenos inexplicáveis e estranhas visões. Esse lugar chama-se Montanha Enfeitiçada. Quando um motorista de táxi de Las Vegas (DWAYNE JOHNSON) encontra dois adolescentes com poderes sobrenaturais em seu táxi, ele se vê no meio de uma incrível aventura. Eles descobrem que a única chance de salvar o mundo encontra-se secretamente escondida na Montanha Enfeitiçada e começa uma corrida enquanto o governo, criminoso e até mesmo extraterrestres tentam detê-los. A Montanha Enfeitiçada é uma aventura divertida e eletrizante com incríveis efeitos especiais.

Click here to view the embedded video.

E ainda melhor. Para os leitores pernambucanos a revista O Grito! vai sortear 5 pares de convites. Para concorrer basta enviar um email para promocao@revistaogrito.com colocado no assunto nome do filme e no corpo da mensagem, nome e endereço completo e telefone. O resultado sai dia 27/04.

Boa sorte.

Entrevista com Marçal Aquino [Força Tarefa]

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BALAS PARA AQUINO
Escritor Marçal Aquino estréia na tevê com a série Força-Tarefa
Por Luiza Lusvargui, colunista da Revista O Grito!, de São Paulo

Força-Tarefa, o novo seriado policial da Globo que estreou dia 16, é o primeiro trabalho do escritor, dramaturgo e roteirista Marçal Aquino para televisão. E a estréia será em dose tripla. Ainda este ano será exibida na TV Cultura a microssérie dirigida por seu parceiro mais constante, o cineasta Beto Brant, O amor segundo B.Schianberg, que parte de argumento e personagem criados por ele, enquanto que na HBO passa a segunda temporada da série Filhos do Carnaval, para a qual ele escreveu dois episódios. Ao lado de Beto, ele assinou os roteiros de Matadores, Ação entre Amigos, e do premiado O Invasor, com argumento baseado em sua obra, além de Nina, filme dirigido por Heitor Dhalia, uma adaptação pós-moderna da clássica obra de Dostoievsky, Crime e Castigo, e Crime Delicado, baseado em conto de Sergio Santana.

O parceiro de Marçal, nesta sua primeira empreitada oficial na televisão, é o também escritor, roteirista, dramaturgo e cineasta Fernando Bonassi, autor de “Um Céu de Estrelas”, que no teatro foi dirigida por Lígia Cortez, e ganhou aclamada versão cinematográfica da diretora Tata Amaral. Bonassi já havia assinado roteiros na TV Cultura nos programas infantis Mundo da Lua e Castelo Ra-tim-bum.

A coluna Trans, da Revista O Grito! conversou com Marçal Aquino.

A MINISSÉRIE FORÇA-TAREFA VEM SENDO COMPARADA PELA IMPRENSA COM A LEI E O CRIME, DA RECORD. O QUE VOCÊ ACHA DISSO? HOUVE ALGUM TIPO DE PRESSÃO NESTE SENTIDO?
MA – Eu e o Bonassi estamos trabalhando no seriado há um ano, absolutamente concentrados na criação, e nem sabíamos que a Record estava preparando uma série. A gente sabia da 9mm, da Fox. É difícil comparar com Força-Tarefa por conta das diferenças. Nosso seriado fala da “polícia da polícia” e dá as costas para o morro, a favela. Falamos de delitos de policiais no asfalto – em Copacabana, subúrbios e também fora do Rio.

VOCÊ COMEÇOU SUA CARREIRA COMO POETA, E SE FIRMOU COMO ESCRITOR ANTES DE SE LANÇAR COMO ROTEIRISTA. VOCÊ ACHA QUE ISSO FAZ DIFERENÇA, COMO ESCRITOR E COMO ROTEIRISTA?
Eu me vejo como escritor, a literatura é a minha casa. Faço outras coisas com muito prazer, e escrever roteiros é uma delas. Mas eu só faço sentido como escritor.

VOCÊ PREFERE TRABALHAR UM ROTEIRO DE UMA HISTÓRIA SUA?
A rigor, tanto faz trabalhar com histórias próprias ou de outros. O difícil, na verdade, é o tal do roteiro original, que não tem nenhuma matriz e sai da imaginação do roteirista. Esse, sim, é um baita desafio.

Veja a entrevista completa aqui.

SANGUE E SEXO ADOLESCENTE
Puritano ao extremo, Eclipse, novo volume da série Crepúsculo se destaca pela boa narrativa

stephenie-meyer

ECLIPSE
Stephenie Meyer
[Intrínseca, 464 págs, R$ 39,90]

Eclipse (Foto: Divulgação)Isabella Swan (ou, simplesmente, Bella), para quem ainda não a conhece, é a heroína às avessas da série ‘Crepúsculo’, de autoria da norte-americana Stephenie Meyer que versa sobre um universo onde lobisomens e vampiros são mais do que reais. Podem ser seus melhores amigos, seus amantes, seus namorados ou eventualmente noivos.

A narrativa de Meyer é intrigante: apesar da pouca profundidade das discussões ou mesmo do enredo, ela consegue vestir de novas cores alguns paradigmas da mitologia como aquele que dita que os vampiros não podem sair à luz do dia. Entretanto, parece missão árdua largar o livro antes de terminar mais uma etapa da saga (sim, são cinco capítulos ao todo).

Publicado este ano no Brasil, Eclipse vem a ser o terceiro episódio da série que tem ocupado o vácuo dos leitores órfãos de Harry Potter. Leitura descompromissada, por puro prazer, nada de refletir sobre o mundo que nos cerca. Aqui, a atmosfera fantasiosa e romântica leva a protagonista Bella Swann a caminhos tortuosos e a escolhas difíceis no que poderia ser um enredo simples, que trata de escolhas. Muitas delas. Seja um melhor amigo, uma condição (humana ou não-humana), a sua própria sexualidade (ser ou não apenas mais uma virgem) e assim sucessivamente. É bom lembrar que a saga soa puritanista ao extremo ao pregar a preservação da virgindade.

É neste enredo de diversas opções que são oferecidas ou impostas à Bella que acredito que a trama tenha se comprometido: não soa razoável deixar a personagem principal confusa em relação a seus sentimentos por Edward Cullen, único motivo que dá sustentação real à série. Em relação a Jacob Black – fiel amigo de Bella e que suportou sua dor ao ser abandonada pelo vampiro no segundo livro da série, Lua Nova – Meyer o transforma em um adulto rápido demais. E neste contexto ele se torna um adulto viril, sexy, sensual e praticamente irresistível, assim como ela pinta o próprio Cullen.

Ao evocar os personagens principais de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ em diversos trechos de Eclipse, fica cada vez mais nítida a veia romântica e exagerada da autora. O ser e não ser. O querer e não ter. O ter e não usufruir. Os dilemas da impossibilidade de concretização dos grandes amores, no melhor estilo folhetinesco que se poderia imprimir em pleno Século 21. Para os amantes da série, recomenda-se: leiam com cautela. Algumas situações embaraçosas pelas quais Bella passa não fazem sequer sentido. Aos que não se iniciaram ainda nestas searas, recomendamos a trilogia Fronteiras do Universo, de Phillip Pullmann, esta sim, sem meias conversas e direta ao ponto em todas as perspectivas: amizade, religião, família e, sobretudo, sexo.

Fonte: Revista O Grito!

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