Como “punir” um personagem numa aventura de RPG?

Não! Eu não estou falando em perseguição de personagem ou jogador por coisas que acontecem em OFF… se bem que tem alguns jogadores que são tão chatos que as vezes tá vontade de sacanear o personagem do cara para ver se ele aprende. Rsrsrsrs

Bom, mas voltemos ao post. Este tema me veio a mente a partir da discussão que surgiu no post Sou Mestre, mas não mato os PdJs dos Jogadores! Postado no blog Zona Neutra.

Lembre daqueles dias que o grupo ou um jogador em particular resolver fazer as piores escolhas possíveis. Ou então se lembre daquele cara que a maioria das pessoas intitula como um jogador sem o mínimo do que chamamos bom senso, ou o: Sem Noção! É para estas situações que estou escrevendo este post! Para estabelecer um diálogo com os 1d2 leitores do blog! Por isso fique a vontade em contribuir com idéias ou exemplos na seção dos comentários deste post… ah aproveita que você está por aqui e dê uma lida (se for do seu interesse) no primeiro artigo da Iniciativa GURPS que foi publicada recentemente aqui no Blog! Continue lendo

Inapropriado para menores de 14 anos!

Essa tarja sempre aparece nos livros de RPG e em muitos outros materiais, video games, MMO’s, brinquedos LEGO, muita coisa mesmo…

Mas quando foi a última vez que você parou para analisar os seus jogadores de acordo com as suas sessões de RPG e suas idades?

Quando os marmanjos e moçoilas tem idade para responder por si mesmos, não tem problema algum, mas quando eles são de menor idade, não custa nada você acompanhar o jovem jogador por um breve período de tempo. Continue lendo

Cenário de um, sistema de outro…

Sei muito bem que alguns vão discordar de mim, mas é para isso que escrevo. Para saber de opiniões diferentes.

Recentemente comprei os livros de D&D 4º edição [Jogador e Monstros], mas lendo e relendo os livros, ainda não me sinto atraído a mestrar usando esse sistema. Ele é bom sim, mas a falta de certos detalhes me faz gostar mais de outro sistema.

Estou jogando D&D 4º Edição uma vez durante a semana e sinceramente ele é muito bom. Valeu a pena eu ter comprado. Valeu cada centavo. Porém ele me deixa inseguro quando penso que, na minha ânsia por detalhes, eu precisaria inventar ou alterar algo no sistema. O exemplo clássico que me vem à mente é um golpe na cabeça. Pelo menos eu não encontrei nada sobre isso no livro. Continue lendo

Histórico de personagem – A dinâmica entre mestre e jogador (parte 03)

Caro leitor, se você leu as outras duas partes desde assunto quando foram lançadas e estava querendo ver a continuação… desculpe pelo atraso, aqui está ela! Se você ainda não tinha lido os dois primeiros post sobre este assunto dê uma olhadinha (PARTE 1; PARTE2).

Nesta terceira parte vou relatar algumas experiências de mesas que tive onde busquei aproveitar a estória dos personagens para incrementar a trama.

Em 2004, quando narrei uma campanha de Caçadores Caçados (White-Wolf) utilizei uma versão simplificada de histórico do personagem com os jogadores. Expliquei para os jogadores que eles poderiam estar em qualquer lugar do mundo, que eles tinham a convicção que criaturas sobrenaturais existiam: eles obrigatoriamente tinham que incluir problemas com tais criaturas sobrenaturais e um episódio onde quase morreram, mas foram capazes de derrotarem tal criatura por terem alguma coisa fora do comum. Ao invés de pedir aos jogadores para escrever montei um questionário com perguntas detalhadas (família, formação profissional, relação com criaturas sobrenaturais, etc…) que fui preenchendo à medida que foi fazendo uma aventura solo com cada um dos personagens. Continue lendo

Se a 4E de D&D não é um RPG você esta jogando-a errado!

Acho que muita gente já esta cansando da Guerra entre as edições… Mas sabe como é sempre aparece um post relacionados sobre isso… Antes de qualquer coisa, eu sou fã da 4 edição mas longe de querer ficar por ai dizendo as qualidades da quarta edição resolvi traduzir um post que encontrei na internet no blog Greywulf’s Lair: If 4e isn’t a role-playing game you’re doing it wrong!
Resolvi traduzir este post porque a opinião do autor coincide com a minha opinião sobre alguns dos argumentos utilizados contra a 4E de D&D. Vamos deixar de conversa e vamos logo para essa tradução (o material traduzido estará entre aspas, o resto é texto meu). Continue lendo

Histórico de personagem – A dinâmica entre mestre e jogador (parte 02)

Semana passada começamos a falar deste tema, o post descrevia como o mestre poderia interagir com os jogadores antes da aventura e aproveitar as estórias dos personagens para enriquecer a sua aventura. Desta forma, as decisões que os jogadores tomam na hora de fazer a sua ficha, iriam contribuir com a trama criando uma campanha mais rica…

A continuação de hoje é mais voltada para os jogadores, mas traz algumas dicas para o mestre também.

Para que o jogador escreva uma boa estória ele vai precisar gastar um tempo imaginando o seu personagem… Não existe neste passo uma forma mais adequada de visualizar a estória do seu personagem… algumas pessoas podem aproveitar um filme para tirar suas idéias, outros podem parar para ouvir uma música… aqueles que sabem desenhar podem começar um esboço do personagem para ajudar… outras pessoas ainda poderão ter uma epifania… Uma o que??? Continue lendo

Histórico de personagem – A dinâmica entre mestre e jogador (parte 01)

Bem, venho aqui só para informar sobre o primeiro post do nosso novo colaborador fixo. Ele assina como Guardião do Tesouro, então, caso queiram saber sua identidade, simples. Peçam a ele… Hehe.

Então, aqui vai o post de estréia do amigo Guardião.

Alexandre Fnord

Durante uma aventura de RPG por mais que o Mestre/Narrador pense em todas as possibilidades os jogadores sempre vão fazer algo diferente daquilo que ele previu. Não importa quanto tempo você gastou preparando a próxima seção os jogadores sempre vão resolver as coisas da maneira mais difícil… E antes que você comece a achar que isso é uma crítica… longe disso… nós mestres de RPG nos divertimos muito com as mancada dos jogadores. E com certeza estes imprevistos que os próprios jogadores criam tornam o jogo mais divertido. Afinal faz parte do RPG os jogadores contribuírem com a estória que está sendo narrada. Continue lendo