Como “punir” um personagem numa aventura de RPG?

Não! Eu não estou falando em perseguição de personagem ou jogador por coisas que acontecem em OFF… se bem que tem alguns jogadores que são tão chatos que as vezes tá vontade de sacanear o personagem do cara para ver se ele aprende. Rsrsrsrs

Bom, mas voltemos ao post. Este tema me veio a mente a partir da discussão que surgiu no post Sou Mestre, mas não mato os PdJs dos Jogadores! Postado no blog Zona Neutra.

Lembre daqueles dias que o grupo ou um jogador em particular resolver fazer as piores escolhas possíveis. Ou então se lembre daquele cara que a maioria das pessoas intitula como um jogador sem o mínimo do que chamamos bom senso, ou o: Sem Noção! É para estas situações que estou escrevendo este post! Para estabelecer um diálogo com os 1d2 leitores do blog! Por isso fique a vontade em contribuir com idéias ou exemplos na seção dos comentários deste post… ah aproveita que você está por aqui e dê uma lida (se for do seu interesse) no primeiro artigo da Iniciativa GURPS que foi publicada recentemente aqui no Blog! Continue lendo

Histórico de personagem – A dinâmica entre mestre e jogador (parte 03)

Caro leitor, se você leu as outras duas partes desde assunto quando foram lançadas e estava querendo ver a continuação… desculpe pelo atraso, aqui está ela! Se você ainda não tinha lido os dois primeiros post sobre este assunto dê uma olhadinha (PARTE 1; PARTE2).

Nesta terceira parte vou relatar algumas experiências de mesas que tive onde busquei aproveitar a estória dos personagens para incrementar a trama.

Em 2004, quando narrei uma campanha de Caçadores Caçados (White-Wolf) utilizei uma versão simplificada de histórico do personagem com os jogadores. Expliquei para os jogadores que eles poderiam estar em qualquer lugar do mundo, que eles tinham a convicção que criaturas sobrenaturais existiam: eles obrigatoriamente tinham que incluir problemas com tais criaturas sobrenaturais e um episódio onde quase morreram, mas foram capazes de derrotarem tal criatura por terem alguma coisa fora do comum. Ao invés de pedir aos jogadores para escrever montei um questionário com perguntas detalhadas (família, formação profissional, relação com criaturas sobrenaturais, etc…) que fui preenchendo à medida que foi fazendo uma aventura solo com cada um dos personagens. Continue lendo